Anos Dourados

Na eleição presidencial de 1955, o Partido Social Democrático (PSD) e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) se aliaram, lançando como candidato Juscelino Kubitschek para presidente e João Goulart para vice-presidente.

 

O Plano de Metas

O governo de Juscelino Kubitschek entrou para história do país como a gestão presidencial na qual se registrou o mais expressivo crescimento da economia brasileira. Na área econômica, o lema do governo foi "Cinquenta anos de progresso em cinco anos de governo".

Para cumprir com esse objetivo, o governo federal elaborou o Plano de Metas, que previa um acelerado crescimento econômico a partir da expansão do setor industrial.

Outras áreas de investimento do plano de metas:

Trasporte

Energia

Alimentação e agricultura

Educação

 

Os setores de indústria, transporte e energia foram os mais beneficiados.

O governo realizou investimentos no setor industrial a partir da emissão monetária e da abertura da economia ao capital estrangeiro. Indústrias de fora puderam se expandir no Brasil com facilidade pois o governo reduziu impostos, distribuiu terrenos. O setro automobilistico foi o que mais se destacou (Ford e Volkswagen).

Esse período foi conhecido como anos dourados pois houve aumento de empregos e confiança e otimismo que o Brasil estava tendo progresso.

O programa de obras públicas e a construção de Brasília

A gestão de Juscelino Kubitschek também foi marcada pela implementação de um ambicioso programa de obras públicas com destaque para construção da nova capital federal, Brasília.

 

Oscar Niemeyer, arquiteto, e Lúcio Costa, urbanista, foram os encarregados para o planejamento da capital.

Houve muito entusiasmo da população com a construção da nova capital, mas teve muitas críticas pelo custo das obras e a distância dos grandes centros.

Crise Econômica

 na segunda metade do governo de JK, houve descontentamento de vários grupos sociais, pois houve muitos empréstimos e aumento da dívida externa, inflação: o dinheiro perdeu valor e os preços subiram.

Houve protesto contra o salario baixo;desequilíbrio regional ( O Sudeste estava mais desesenvolvido); êxodo rural; problemas de saúde, saneamento, educação nas cidades; corrupção.

http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u64.jhtm